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  • Alessandra Maria

Para você não dizer que eu não avisei: fuja do cheque especial



O cheque especial, inicialmente, pode ser uma vantagem para salvar o saldo vermelho da conta bancária, porém ele é uma das formas de crédito com maiores taxas de juros e, por isso, um pequeno descuido pode significar uma grande dívida.

Neste ano, o Banco Central criou a seguinte regra: as taxas cobradas no cheque especial não poderão superar os 8% ao mês, ou 151,8% ao ano. A taxa média cobrada pelos bancos, anteriormente, era de 12,4%. Nesse patamar, uma dívida de R$ 1.000 no cheque especial,  se transforma em R$ 4.000 ao fim de 12 meses. Com o novo tabelamento, a mesma dívida vai, no máximo, a R$ 2.500. Apesar do teto, os juros do cheque especial continuam como o segundo mais elevado do mercado financeiro do país, atrás apenas das taxas do cartão de crédito.

Vejam as dúvidas mais recorrentes relacionadas a dívida do cheque especial.


Posso fazer a portabilidade da dívida do cheque especial para outra linha de crédito?

Sim, você pode e deve negociar com o banco portabilidade da dívida do cheque especial, que tem altas taxas de juros, para outras modalidades de crédito, com taxa de juros menores. Caso o banco não aceite, é interessante estudar outras instituições financeiras para fazer tal portabilidade.


O banco pode me cobrar tarifas pelo serviço do cheque especial, se eu não usá-lo?

Sim, o banco pode cobrar esta tarifa por oferecer o crédito através do cheque especial. É fundamental checar esta informação no seu banco. Para contratos antigos, essa taxa começa a valer em 1º de junho deste ano. Para novos contratos, a taxa já pode ser cobrada. O valor é de até 0,25% sobre os limites acima de R$ 500.


O que devo fazer para evitar cair no cheque especial?

A primeira coisa para se evitar o cheque especial, é não considerar o seu limite como parte do seu orçamento. Antes de optar por esta linha de crédito, é importante fazer uma contenção de gastos. Estes devem se limitar no máximo a 90% da sua renda, ou seja, se você ganha R$ 1.500 por mês, os seus gastos deverão ser no máximo de R$ 1350. Mas o que fazer com o que sobra? Use para formar a sua reserva de emergência. Isto vai fazer você fugir das dívidas futuras. Isto mesmo, cheque especial é dívida, e muito cara.

E quando não dá para reduzir gastos? O jeito é estudar possibilidades de renda extra. Liste todos os seus talentos e verifique quais deles você consegue monetizar, para gerar renda extra. Por exemplo, sou muito bom em relacionado e um ótimo comunicador, talvez tenha um talento para vendas.


Não faça do cheque especial sua renda extra!

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